Braço Forte

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As mulheres de hoje em dia são do lar? Certamente que são! Afinal, quem melhor do que elas para cuidar com carinho e zelo de uma casa e de uma família?

Mas já faz tempo que o sexo feminino se restringia “apenas” a deixar a casa em ordem. Hoje, elas são muito mais do que isso. Saíram de suas casas e conquistaram o mercado de trabalho, entrando em áreas que historicamente pertenciam apenas aos homens. Hoje em dia as mulheres são do lar, mas também são do mundo corporativo!

E nenhum lugar melhor para comprovar essa tendência (ou já seria uma realidade?) do que o Grupo Skill. Isso porque, na companhia, as mulheres estão por todo o lado. Elas ocupam todos os tipos de cargos e funções e representam peça chave para que, dia após dia, a empresa siga crescendo.

Mais do que isso: é muito difícil imaginar que o Grupo Skill chegaria aonde chegou, com seus 38 anos de vida, sem a presença e força das mulheres.

Portanto, como forma de homenagear essas pessoas, que há muito tempo deixaram de lado a alcunha de “sexo frágil”, neste dia 8 de março – Dia Internacional da Mulher – resolvemos contar as histórias de vida de algumas das mulheres que ajudam a construir uma das mais respeitadas companhias prestadoras de serviços fiscais e contábeis do país.

Confira!

Mundo Pequeno

Mal sabia Andreia Martins que ela já estava perto de trabalhar no Grupo Skill muito antes de sequer conhecer a empresa. Vinda de Imperatriz (no Maranhão) para a capital de São Paulo com apenas 15 anos – motivada pela busca por um emprego, estudo e uma condição de vida melhor -, ela já trabalhava há quatro anos como assistente em um restaurante quando foi convidada por uma cliente, Selma, para tentar se tornar cozinheira do Grupo Skill.

“A Selma conhece a dona Leberina, que é mãe dos irmãos Pinto de Faria, fundadores do Grupo Skill. Conversando com ela, a Leberina perguntou se a Selma não conhecia ninguém para cozinhar e disse que era para trabalhar na empresa dos filhos dela”, relembra. “A Selma era muita amiga do pessoal do restaurante e me perguntou se eu não queria arriscar. Eu disse ‘Selma, eu não sei, porque eu não cozinho direito’. Mas ela insistiu, falou que lá eu não precisaria trabalhar aos sábados e domingos e eu resolvi arriscar.

A tentativa deu certo e Andreia entrou para o Grupo Skill em agosto de 2004. Mas, a maior coincidência dessa história Andreia só veio a descobrir anos mais tarde.

Viviam (esquerda) e Andréia: mulheres que fazem o Grupo Skill crescer

“O engraçado é que nesse restaurante que eu trabalhava, o Léo [filho de Mauro e sobrinho de Marco e Mario Pinto de Faria]almoçava lá! Você acredita? Ele morava perto e almoçava lá todos os dias. Bem na época que eu trabalhava, ele almoçava lá. Eu pensei “gente, é muita coincidência!”, diverte-se.

Mas nem tudo foram alegrias ao longo dos quase 13 anos que ela já acumula na casa. Houve um tempo em que algumas dificuldades pessoais quase fizeram com que a cozinheira optasse por sair da empresa.

“Eu engravidei da minha segunda filha em 2007 e, no mesmo ano, meu marido teve câncer e teve uma perna amputada. Foi bem difícil e eu achei que teria que sair porque não dava conta de cuidar de tudo”, recorda. “Mas Deus me deu força, eu não desisti, trabalhei minha gravidez inteira, meu marido fez o tratamento, consegui uma creche para deixar a minha filha e fiquei no Grupo Skill”.

Passado essa grande provação, Andreia fez um curso técnico em nutrição, seguido de uma prova pelo estado. O resultado? Ela mesma conta:

“Eu passei! Nossa, eu fiquei tão feliz! Ave Maria, que felicidade! Foi uma conquista!” conta, aos risos.

Mas os objetivos dela não param por ai.

Quem sabe ano que vem eu não faça uma faculdade de gastronomia?.

Bom, depois de superar tantas adversidades, isso vai ser moleza para Andreia!

Cheiro de doce de abóbora

Boa parte da história de Viviam Posterli e do Grupo Skill se misturam. Afinal, a empresa tinha 16 anos de existência e ela 18 de idade, quando uma entrou na vida do outro. De lá para cá já são 22 anos de uma união que ficou marcada por muito crescimento profissional.

“Eu entrei na Skill para fazer contabilidade, na época que a empresa estava na Vila Matilde, dentro de uma distribuidora de bebidas. Então, eu compartilhava uma mesa com a Veridiana Campioni [diretora operacional de contabilidade do Grupo Skill] e ela me ensinou muito da parte contábil. Depois disso, eu passei um tempo com a agenda do Marco Antonio, substituindo uma secretária dele, e daí nunca mais entreguei a agenda de volta para ela!”, relata.

Com o tempo, Viviam passou pela coordenação administrativa, gerencia administrativa e diretora, até chegar ao cargo que ocupa hoje, como vice-presidente do grupo. Porém, mesmo já tendo passado por tanta coisa, ela ainda lembra perfeitamente das primeiras impressões que teve do Grupo Skill.

“Na Skill era tudo bem apertado, ambiente íntimo, dividíamos mesas e um telefone preto. Não me interessei por causa de salário, porque não era melhor do que eu recebia antes. Ainda assim, algo no dia da entrevista tocou meu coração pelo clima que percebi, recorda. “Na forma como o funcionário era tratado, parecia uma família. Além disso, como uma legitima taurina, notei uma geladeira repleta de guloseimas para os funcionários, o ambiente agradável e com cheiro de doce de abóbora, relembra aos risos, antes de explicar.

“Na parte de baixo do escritório improvisado era uma cozinha e alguém estava fazendo um docinho. Desde esse dia até hoje, lá se foram praticamente 22 anos de uma doce e empolgante história entre eu e a Skill!.

Ao longo desse processo, foram muitos os projetos no qual Viviam se envolveu. Mas um dos que se recorda com maior carinho foi do processo de implantação do ISO dentro do Grupo Skill, em 2000.

“Providenciamos a primeira implantação do ISO no Grupo Skill. Fomos a primeira empresa no mundo sem nenhuma não conformidade, em uma implantação de quatro meses, em um escopo de contabilidade e auditoria”, celebra.

Depois disso, como ela mesma destaca, a companhia “pegou gosto” pela certificação. “Em seguida, teve o ISO 9000, a nova versão do ISO 9001, o 14.000, 18.000 – que foi a meio ambiente, depois Saúde e Segurança do Trabalho”, enumera. “Depois buscamos o ISO específico de contabilidade, do SESCON, que é uma referência”, completa.

Porém, não foi apenas o seu crescimento pessoal que Viviam pode perceber ao longo dos anos que veste a camisa do Grupo Skill. Ela também pode ver como se deu a presença das mulheres no mercado de trabalho e, em especial, na empresa em que atua.

“A presença da mulher no mundo corporativo não é um hábito, é bastante restrito e sutil. Vem crescendo, mas acho que ainda há muita diferença entre a mulher executiva e o homem executivo. Agora, no Grupo Skill não. No Grupo Skill o número de mulheres já foi até maior do que é hoje”, aponta.

“Sempre houve preferência por trabalhar com mulheres. E não é nem que isso fosse uma exigência, uma escolha, mas é que o que a gente executa tem um toque diferenciado, por conta da sensibilidade da mulher. E isso sabemos aproveitar bastante no grupo”, valoriza.

Mas, o que faz com que a mulher traga tanto valor para uma companhia? Viviam responde:

A mulher é a junção do racional com o emocional. É saber fazer o uso disso. Eu acho que a mulher consegue ter uma visão em 360º, então ela consegue ter uma visão para mais coisas ao mesmo tempo. Não que seja melhor e que trabalhe melhor do que um homem, mas ela contribui com esse outro lado dela, com essas outras faces da mulher. Ela contribui com o que ela tem em outro aspecto da vida – a vida pessoal. Ela consegue colocar isso no lado profissional dela e faz a diferença com a sensibilidade que possui”.

É claro que o desafio da mulher não fica “somente” em sua rotina de trabalho. Até porque elas também têm suas obrigações caseiras para lidar.

“É jogo duro conciliar trabalho e família! É um desafio constante, mas é possível. E é isso que a mulher tem que buscar porque, hoje em dia, se você quer qualidade de vida para a sua família, você tem que ter sua carreira. Eu acho que o dia a dia é emocionante, e quando você chega na sua casa e o seu filho sorri para você, ou abre os bracinhos, ou faz uma gracinha, aquilo te recarrega. Então eu acho que ai que você encontra o seu equilíbrio”.

Quando perguntado que mensagem ela gostaria de deixar para as mulheres nessa data comemorativa, a vice presidente do Grupo Skill diz:

Acredite que tudo é possível! O “buscar” hoje não pode ser apenas pelo desenvolvimento profissional. Eu busquei tarde o meu desenvolvimento pessoal. Eu já tinha o cargo de comando no Grupo Skill, era uma das diretoras, quando fui pensar em ter a minha família. E eu acho que foi uma escolha acertada. Eu me formei, tive meu desenvolvimento profissional e hoje tenho uma família que é fantástica. Então eu acho que a mulher tem que buscar isso. A realização é esse conjunto de coisas”.

“Penso que o que faz a diferença em tudo na vida é a dosagem. A busca pelo equilíbrio profissional e pessoal é, a meu ver, o maior desafio de todos, principalmente para as mulheres. Busquem isso se ainda não o conquistaram. Acredito que o equilíbrio é o tão sonhado sucesso na vida. Parabéns pelo o nosso dia!”, conclui.

Ambiente estritamente feminino

Desde o começo de sua carreira profissional, Terezinha Annéia sabia que iria trabalhar com contabilidade. Isso porque, ainda em seu primeiro emprego, em uma agência bancária, ela adquiriu gosto pela atuação e resolveu que seria esse o seu futuro.

“Eu gostei da atividade de contabilidade da agência. Me ofereceram isso e eu nunca tinha trabalhado. Então eu sentei lá e aprendi, passei por todo o processo de informatização e conheci em detalhes toda a implantação. Ter optado por fazer uma faculdade de contabilidade foi por conta desse trabalho. Eu gostei, então fui entender melhor. E comecei a passar por outras áreas, porque cada empresa tem as suas regras específicas”.

Terezinha: “a mulher é responsável por melhorar a qualidade de vida das próprias mulheres”

Depois do banco, Terezinha passou por uma empresa de distribuição de papel e celulose, uma empresa de prestação de serviços e instalação ligada à construção civil, um escritório de contabilidade e pela Telesp, antiga empresa operadora de telefonia. Tudo isso para se aprofundar o máximo possível na contabilidade.

Depois da Telesp, ela veio atuar no Grupo Skill e, ao contrário do que havia presenciado até então, de um ambiente dominado pelo público masculino (em sua faculdade, por exemplo, Terezinha recorda-se de apenas cinco ou seis mulheres integrando a turma), a contadora encontrou um local predominantemente feminino.

O Grupo Skill sempre foi estritamente feminino. Quando eu comecei aqui, o difícil era deixar homens entrarem e os homens que entravam iam para campo atender clientes. Dentro do escritório era bem difícil você conseguir colocar um rapaz”, conta.

“Quando eu fui gerente da parte contábil, acho que contratei os primeiros rapazes da contabilidade da empresa. Até então, só mulheres”.

A justificativa para essa preferência, de acordo com Terezinha, que atualmente é diretora de contabilidade e consultoria do Grupo Skill, está nas características únicas do público feminino.

“Na atividade de contador, de contabilidade, há uma grande responsabilidade e é uma atividade bem detalhista. Então, você tem que observar detalhes, tem que ser multifuncional e tem que cuidar de muitas coisas ao mesmo tempo. Não que não tenham homens que façam isso muito bem, mas a mulher é mais detalhista, mais crítica. As mulheres conseguem se dar bem nessa parte”, explica.

Talvez por conta dessa característica, as mulheres têm conquistado cada vez mais espaço no mercado de trabalho. “Quando eu me formei na pós-graduação, a turma era mais ou menos mista. Já tinham bastantes mulheres. Então, as mulheres foram alçando o campo acadêmico. Hoje isso é fato, temos até pesquisas que demonstram que a maioria dos contadores no futuro serão mulheres, em uma área que era dominada pelos homens.

Por fim, a diretora do Grupo Skill ainda levantou uma questão pouco comentada: para existir uma sociedade mais igualitária entre os gêneros, as próprias mulheres devem estar atentas a forma como criam seus filhos.

“A mulher cria os filhos, não é mesmo? Ela cria os homens. Então a mulher é responsável por melhorar a qualidade de vida das próprias mulheres. Se elas conseguirem com que seus homens em casa, desde pequenininhos, consigam fazer as tarefas domésticas, entendam as dificuldades do dia a dia, e dividam as responsabilidades de cuidar dos filhos, ou seja, se os homens se tornarem mais conscientes com a ajuda delas, o futuro das filhas delas e de todas as mulheres será melhor”, destaca.

A tecnologia não é mais apenas dos homens

Marcela Sano lembra-se perfeitamente que quando entrou no Grupo Skill, em 2011, o setor de tecnologia da empresa – denominado “fábrica” – tinha apenas uma única funcionária além dela. Era uma área dominada por homens.

Marcela: conquistando espaço em um ambiente masculino

Já agora, depois de quase seis anos de casa, as coisas mudaram e o sexo feminino está muito mais presente neste que pode ser um dos últimos redutos estritamente masculinos.

“Hoje temos mais mulheres trabalhando, mulheres liderando. Eu vejo que a mulher tem tido uma representatividade muito maior do que há alguns anos. Eu não esperava que eu conseguisse chegar na posição que estou agora porque, na minha visão, essa era uma das posições ocupadas por homens. Não que a gente não conseguisse chegar lá, mas seria mais difícil”. 

“Principalmente na área de tecnologia, onde até nas salas de aula a maioria é masculina. Logo, é difícil você imaginar uma mulher chegando em uma posição dessas. E se você consegue chegar, significa que está havendo uma abertura maior para as mulheres atuarem, relata.

A posição em questão, citada por Marcela, é de diretora de operações. Até chegar lá, ela foi analista de suporte, coordenadora de suporte e gerente de operações.

Bem antes disso, entretanto, ela morou no Japão. Porém, conforme conta, realizava, no país asiático, “trabalhos muito mais braçais, nada que utilizasse muito a nossa capacidade mental”. Foi apenas quando voltou ao Brasil, com cerca de 23 anos, que buscou por profissionalização, com cursos e estágios.

Atualmente, com a bagagem que já possui, ela acredita que homens e mulheres se completam dentro de um ambiente corporativo.

“Homens e mulheres podem ter formas de pensar diferentes. Não que um seja melhor do que o outro, mas eles se complementam. O homem pode ter uma lógica talvez um pouco mais apurada, ser um pouco mais racional. Mas a mulher tem um jeito de lidar diferente com as pessoas. Então existe uma complementaridade. É preciso ter o lado racional e o lado emocional, mas, principalmente, deve existir um equilíbrio entre os dois. Ter homens e mulheres atuando no mesmo ambiente e com certa proporcionalidade, é benéfico”, opina.

A palavra “equilíbrio”, inclusive, não vale apenas para o ambiente corporativo. Para a diretora de operações do Grupo Skill, manter o equilíbrio entre as diversas facetas da vida de uma mulher, é fundamental.

Eu tenho buscado muito o equilíbrio. Não só no trabalho e na família, mas na saúde também. Acho que quando você busca esse equilibro e consegue realmente executar isso, não existe conflito. Você consegue levar uma vida muito boa, com qualidade, e dando as atenções devidas para cada área. Quando eu estou no trabalho, eu me dedico 100% ao trabalho, mas eu tenho procurado me planejar cada vez melhor para que não tenha uma sobreposição do trabalho a minha vida familiar”, conta. “Procuro sair nos meus horários para dar atenção para a minha família e para que consiga também praticar atividades físicas. E, dessa forma, ter uma qualidade de vida boa para conseguir viver bem todas essas áreas”.

Sano também aproveitou para deixar um recado para todas as mulheres:

Acredito que, com dedicação e comprometimento, as oportunidades existem, independentemente de gênero. E para ter sucesso profissional, não é preciso abrir mão da vida familiar ou pessoal, desde que estejamos em constante busca pelo equilíbrio e pela qualidade de vida”, analisa.

Lágrimas em uma carteira

Carteira assinada. Isso pode ser uma realidade para diversas pessoas, mas não era na vida de Ercilene Gomes. A falta de registro profissional sempre foi um problema que ela gostaria de superar em sua carreira, e que conseguiu ao entrar no Grupo Skill.

“Eu trabalhava em casa de família sem registro e o meu primeiro registro foi aqui. No primeiro dia de trabalho, eu chorei. Era um sonho trabalhar com registro e aqui eu consegui!, revela.

Ercilene: “nós somos muito fortes!”

O sonho em questão foi realizado há mais de uma década. Para ser mais preciso, “esse mês faço 11 anos no Grupo Skill. No dia 20 de março de 2006”. De lá pra cá, a copeira é responsável por deixar toda a empresa em ordem, além de fazer o seu famoso cafezinho.

Em sua opinião, as mulheres estão cada vez mais presentes no mercado de trabalho e conseguem conciliar perfeitamente suas rotinas com os deveres e obrigações do lar.

“A gente já conseguiu o nosso espaço. É muito importante a presença da mulher, porque, apesar da nossa aparência frágil, nós somos muito fortes!, valoriza.

“Ser mãe, cuidar da casa e trabalhar. Tudo isso deve ser conversado. Na minha casa, por exemplo, os dois, meu marido e eu, cuidam da casa. Cada um tem uma parte das tarefas”, conta.

“A divisão de tarefas é feita meio a meio. Os dois saem juntos de casa todas as manhãs, os dois trabalham fora, então os dois fazem juntos as tarefas de casa também”.

Para concluir, Ercilene adverte. “Trabalhar é importante, mas ser feliz é mais ainda!”.

Quebra de paradigmas

Se há um grande responsável para que o Grupo Skill seja uma companhia com presença marcante do gênero feminino, esse alguém é Marco Antonio Pinto de Faria. Fundador e presidente da empresa, ele diz que, da última vez que olhou, a lista de colaboradores do empreendimento contava com 70, 80% de mulheres.

Isso, porém, nunca foi premeditado, conforme conta.

“Muita gente me pergunta se há um padrão, se decidimos priorizar a contratação de mulheres, e não tem! Eu gosto muito de competência e todas as pessoas são promovidas – para cargos de gerência e assim por diante – por uma decisão da diretoria. Então eu atribuo isso ao acaso. Não houve nada para que fosse formado um time de mulheres. Eu particularmente gosto muito de trabalhar com mulheres. Mas gosto mesmo é de gente inteligente, gente competente. Por isso, acho que não devemos ser nem muito machista e nem muito feminista. Ninguém é melhor do que ninguém por gênero, afirma.

Marco: “ninguém é melhor do que ninguém por gênero”

“O que acredito é que nós tivemos muita sorte de encontrar essas mulheres especiais. Porque, particularmente as que trabalham perto de mim, que é o time da diretoria, todas são mulheres especiais”, prossegue.

O presidente do Grupo Skill não se conteve em “apenas” elogiar de uma forma genérica as profissionais que tem ao seu lado. Ele fez questão de destacar uma por uma.

“A capacidade técnica da Terezinha [diretora técnica de contabilidade e consultoria], a energia e flexibilidade da Andreia Naim [diretora de novas alianças], a juventude e a garra da Maiara Matos [diretora operacional de serviços], a competência e determinação da Marcela Sano [diretora operacional de tecnologia], o companheirismo e total entrega da Viviam Posterli [vice-presidente operacional], além da Veridiana Campioni [diretora operacional de contabilidade], Lígia Alcantara [sócia-gerente de contabilidade] e da Ariane Vieira [diretora técnica de contabilidade]. Ainda há a Sandra Carol [coordenadora de relacionamentos]pelo companheirismo de anos e que para mim é uma mulher superimportante, a Lígia Lima [coordenadora administrativa], que é de uma extrema competência, e muitas outras mulheres”, enumera.

São pessoas que realmente fazem a diferença e que temos na Skill. São mulheres diferentes, dedicadas, mulheres que conseguiram imprimir um padrão no trabalho delas, sendo que cada uma é diferente da outra. Cada uma tem um estilo, uma forma de trabalhar, e eu particularmente gosto muito de trabalhar com elas”.

Aliás, se for levado em conta sua trajetória profissional, segundo relata Marco, a tendência seria contar com mais homens do que mulheres.

“O meu primeiro emprego só tinha homem. Meu segundo emprego eram 23 homens. O meu terceiro e último emprego antes da Skill, 95% homens. Eu lembro de uma ou duas mulheres auditoras naquela época. E, de repente, eu abro a Skill e a minha mente deveria ser desse jeito. Deveria ser o padrão homens”, conta.

Além disso, Marco Antonio conta que, ao longo das quase quatro décadas de existência do Grupo Skill, ele pode perceber as mudanças no perfil das mulheres com quem trabalhou.

“As mulheres que tínhamos no passado eram competentes e inteligentes, mas não tinham uma visão empresarial. Já essa nova leva, é o contrário. Além de elas terem todo o dia a dia, todas as atividades normais delas, elas têm a visão empresarial que é superimportante hoje para qualquer empresa, e principalmente para a nossa. As mulheres que lideram hoje a Skill conseguem administrar tanto a rotina interna, quanto essa parte empresarial, que é o contato com o cliente, que é mostrar o que o Grupo Skill tem para agregar ao cliente”, conclui.

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Sobre o autor

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