Contabilidade criativa veio para ficar e tem riscos

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Semanas atrás na matéria “CONTABILIDADE CRIATIVA – uma reflexão ética sobre a estratégia empresarial” falamos sobre 130041366Contabilidade Criativa.

Vimos o que é? de onde surgiu? citamos alguns casos e até falamos um pouco sobre o paradoxo: ética e estratégia empresarial.

Para complementar, trago a matéria que Felipe Salto,  especialista em finanças públicas e professor do master in business economics da FGV/EESP, escreveu para um especial da Folha de São Paulo.

Na matéria Contabilidade criativa veio para ficar e tem riscos Felipe traz a tona o impacto dessa prática cada vem mais comum em nosso governo, relembrando o recente caso do saque do Fundo Soberano do Brasil (em torno de R$ 9 bilhões) e do BNDES (em torno de R$ 3 bilhões),  como “esforço de última hora” para fazer com que as contas de 2012 fechassem.  Com essa manobra “criativa” o governo garantiu o cumprimento da meta de superávit primário do ano passado.

“A contabilidade criativa distorce a política fiscal, em prejuízo da transparência e do princípio constitucional da publicidade, que deveria pautar as ações da administração pública. Os riscos poderão se transformar em custo em prazo não tão longo”, diz Felipe.

Confira a matéria na íntegra!

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1210483-opiniao-contabilidade-criativa-veio-para-ficar-e-tem-riscos.shtml

 

 

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