Jovens desenvolvem aplicativos para reduzir os casos de inadimplência

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As ideias foram desenvolvidas e apresentadas durante um evento em São Paulo.

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Encontrar uma solução para reduzir os casos de inadimplência.
Desenvolver aplicativos que possam ajudar o consumidor a quitar as dívidas atrasadas e evitar contrair novos débitos. Foi com esses desafios que três grupos de jovens se encontraram em São Paulo.

O objetivo do encontro, batizado de Hackaton, e que durou 30 horas, era encontrar ferramentas inovadoras e desenvolver soluções que possam melhorar a relação do devedor com o credor e com as empresas de cobrança.

Esse tipo de iniciativa surge em um momento adequado. Isso porque, para se ter noção, dados do SPC Brasil apontam que o país tem aproximadamente 59 milhões de brasileiros com alguma conta em atraso. Esse número representa 39% da população com mais de 18 anos.


Os projetos

Ao todo, foram desenvolvidos três projetos ao longo do evento, que tinha como única exigência que as ferramentas deveriam beneficiar diretamente a população endividada.

Um dos grupos desenvolveu uma plataforma que converteria o desempenho do aluno na faculdade e o pagamento pontual das mensalidades em uma moeda virtual. Essa moeda poderia ser trocado por benefícios dentro do estabelecimento de ensino ou até ser emprestado para quem está com a mensalidade atrasada.

Já a ideia de outro grupo foi desenvolver uma plataforma onde o orçamento familiar seria compartilhado por todos os membros da família. Isso faria com que todos os integrantes possam colaborar com as economias do lar.

E o terceiro grupo, por sua vez, criou uma ferramenta que informa se a compra se encaixa ou não no orçamento do mês e até se ela deveria ser parcelada.

O economista Samy Dana comentou sobre as vantagens de usar esse tipo de ferramenta.

Com esses aplicativos que estão sendo feitos, o consumidor poder ter uma ideia sobre o seu risco. E ao ter uma ideia, ele pode procurar bancos com melhores condições”, afirma.

Esse tipo de iniciativa, de o consumidor ter a informação, da o poder e a possibilidade de ele procurar taxas, pelo menos, menos caras”, completa.

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Sobre o autor

Guilherme Uchoa

Integrante do Núcleo de Comunicação do Grupo Skill. Bacharel em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo, e pós-graduado em: Apuração e Produção de Reportagem; Criação e Edição do Texto Jornalístico para Diferentes Mídias; Jornalismo Cultural; Teoria da Comunicação; Comunicação, Redes Sociais e Cibercultura; e Comunicação, Globalização e Cultura da Imagem.

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