O futuro não será revolucionário. O futuro será antenado!

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Assim como hoje estamos, relativamente, vivendo no futuro em relação a 600 anos atrás, daqui alguns anos, não teremos a percepção de estarmos avançados tecnologicamente.

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Carros voadores, viagem no tempo, teletransporte, vida em Marte. Todas essas eram e ainda são concepções sobre tecnologia no futuro.

Vamos desmistificar esses sonhos que as pessoas tinham e mostrar que realizamos muito dessas inspirações.

– Carros voadores: a ideia era muito simples, tornar os carros que são tão populares em coisas ainda mais rápidas, que pudessem voar como os aviões, e se surgisse a necessidade, voltaríamos a andar na estrada, seja por conveniência, seja por preferência.

O outro lado: para funcionar como um avião, é necessário ter todos os controles que os aviões tem, seja uma torre de controle, seja pilotos atentos e experientes para lidar com eventuais imprevistos, como tempestades e habilidades adquiridas com tempo de voo. A popularização, por outro lado, veio dos próprios aviões. Jatinhos para os ricaços, se tornou algo comum. Assim como os helicópteros. Se a intenção é chegar rápido a um lugar, sem transito, hoje isso é possível, sem sombra de dúvida. Porém, assim como qualquer outro sistema, para existir segurança, é preciso que exista uma certa burocracia, seja ela um aeroporto, seja ela um hangar.

– Viagem no tempo: a intenção é ir ao passado, rever algo, viver aquela experiência de novo. Mas a possibilidade de mudar o passado, é ilusória até mesmo na ficção científica e nos filmes. Todas as vezes que uma personagem voltou ao passado na tentativa de mudar algo, tudo ao seu redor piorou ou mudou tanto que ela gostaria de não ter mudado nada. Nossas ações tem reações, é por isso que temos que pensar bem antes de tomar qualquer ação. E é isso que nos faz sermos responsáveis. Se pudéssemos fazer o que desse na telha, e depois voltar e arrumar, a vida não teria sentido.

O outro lado: se pensarmos friamente, astronautas e até mesmo pilotos de avião viajam no tempo. Eles saem de um lugar em um horário, e podem chegar a outro em que o fuso horário é menor do que de onde saíram. Com isso teriam voltado no tempo, mesmo que esse “tempo” seja apenas uma unidade de referência, criada pela humanidade e não necessariamente seja uma volta ao passado. Outra alternativa que criamos também para voltar ao passado, foi a captura de imagens. Vídeos e fotos nos fazem voltar ao passado. O que não nos permite mudá-lo, mas podemos revisitá-lo.

– Teletransporte: talvez uma das invenções mais revolucionárias que tanto sonhamos. Mas com um intenção muito parecida com a de carros voadores, chegar rápido aos lugares. E qual a vantagem de ir a um lugar em segundos e voltar em segundos? Se for pra ficar por um período tão curto, isso vale a pena?

O outro lado: se existe a necessidade de se chegar a um lugar de maneira tão rápida, por que ir? Por que não simplesmente realizar uma chamada de vídeo? Você “chega” com a mesma velocidade de um teletransporte e não corre o risco de seu corpo ser fragmentado e depois reconstituído de maneira errada. Caso a intenção seja teletransportar-se para aproveitar uma viagem ou algo assim, lembre-se de todas as histórias que contou do sufoco ou dos imprevistos que aconteceram antes de chegar ao destino. Não é o destino que importa, e sim a jornada.

– Vida em marte: Viver em um novo planeta, com tecnologia futurista, roupas prateadas ou roupas de astronautas. A troco de que?

O outro lado: nosso planeta é rico em água, elemento essencial para a vida. Para morarmos em Marte, por exemplo, teríamos que investir tanto dinheiro, gastar tanto só para manter a população lá, que não vale a pena. É muito melhor investir em manter o nosso planeta em perfeito estado. Não existe nenhum planeta tão bom quanto o nosso, pelo menos não a uma distância viável.

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O futuro do amanhã

Hoje quando pensamos em futuro, e inovações revolucionárias, podemos pensar em carros autônomos, inteligência artificial e realidade virtual. E o que essas tecnologias tem em comum? Os humanos vão deixar de fazer coisas manuais para que possam conversar, se relacionar e mais importante, prestar atenção no que realmente importa, as outras pessoas.

Sendo assim, a tecnologia terá que ser mais atenta, terá que entender tanto sobre dirigir carros, como por exemplo, indicar para você a melhor roupa para comprar, qual a melhor comida para o seu biotipo e para as suas atividades. A tecnologia também terá que estar atenta ao seu gosto musical, televisivo e cultural.

Isso não nos tornará preguiçosos, nos tornará mais seletivos, só chegará a nós o conteúdo que é atrativo para nós e no momento em que for mais conveniente.

 

Fonte: SPS Consultoria

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